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Mostrando postagens de Julho, 2009

Móbiles

Resolvi , assim do nada, me livrar de umas papeladas que havia na estante e em algumas gavetas, posto que encontrei (o que transcrevo logo abaixo) o que postei via sms para um amigo há alguns anos. Muito provavelmente em meados de 2005.

Via celular
- Vc me deu um sentido verdadeiro ao q é amizade. A minha por vc é imponderável. Silencio perante os desmundos e me comprazo c nossa dor.

Clecheirosamente as vistas me dizem sempre não: não pertence a nenhum desses desmundos. Sou uma cadeira numa platéia rala. Não sei a q pertenço. Ao cataclismo? Sou apêndice. Quero me amputar.

Pensei q não teceríamos comentários degradantes a respeito um do outro... melindre?

Não há mascaras! Há imediatismos. A vida são escolhas . vc deve fzr as q melhor atendem aos seus desejos e fugas. A mim não tem que explicar nada! “deixe-me ir,preciso andar... sorrir p não chorar” epifania das dores de desmundo.

Não me procuro pq si q não me acho. Trouxe a corda, a cicuta e a vida para acabar? Temo …

Vaidades

A paixão e piedade andam lado a lado, diferentes do óleo e da água, elas se misturam perfazendo um martírio ilusório de necessidade recíproca. É uma dança de vaidades mesquinha que se apraz com o fingimento mútuo, na tentativa burlesca de ser parte do outro.