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Mostrando postagens de Maio, 2010

Un Poème dans son Intégralité

Não sou muito de prosa, porque sou precoce, sou direto, e por vezes e horas, até grosso. Mas, hoje, hoje  eu seria de prosa. Seria uma prosa devastadora, um cataclismo voraz  que como nas delongas de um romance iria carcomendo as histórias, como em um fenômeno autofágico. Não sou de delongas, não sei explicar, já entendo... E se eu entendo qualquer  um seria capaz de entender tudo. Não considero de extraordinário nada daquilo que eu  possa fazer, não  o acho pelo menos nos outros... Ah, continuo sem achar nada ainda. Porque de fato não procuro. Minha vida não tem sido procura, vez ou outra até que acho algo, e que nem gostaria de ter achado, outras que nem gostaria de ter perdido, pois essa massacrante  historia de que o passado, sempre com aquele tom melancólico, foi de certa forma, ainda que em idéia, melhor do que  o dolorido presente, porque a dor do passado não dói, o passado só existe em  na dor que passou, enlutada e já esquecida. Ah, a prosa, corre solta, disfarçada procurando …