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Mostrando postagens de Agosto, 2010

Equiláteros

O verão passou o azedo do verão fica Aqui não se diferencia uma coisa da outra...
o verão passou a paixão de verão me deixou E eu não deixei ninguém... essa minha mania de não dizer adeus tampouco de saber e acatar Adeus a-deus A deus-dará
E vivendo no inferno onde as coisas não brotam Esperando pela primavera quiçá Tenha a esperança de sentir o cheiro acre de paixão De novo na palma da mão Sendo um títere qualquer Vivendo no outono Vivendo nem lá nem cá
Porque o verão me roubou Me levou tudo em que acreditava O cheiro ocre de vontade A cor do roubo e do vazio A cor do que foi  nem chegou a ser...
E na primavera Quimera equatorial Equiláteros Se acostume, nunca há Amor igual...
Eu tive um sonho
Foi logo enterrado, esquecido
Não tive com quem partilha-lo
Meu sonho ficou ali quieto calado

Foi algo patológico, ilógico
Um sonho em quem agonizava
Morria
Morria com uma dor menor da qual passei a vida inteira costumado
Humilhado sem socorro

Eu tive um sonho libertador
Ja não havia nada a perder
Restou-me a liberdade...

                                             "freedom is just another word when there's nothing left to lose"

Persona

Meias verdades Meias mentiras Desconfianças Inteiras...
Meio desconfiado Meio acreditado Sem crédito
Cartão sem limite Limite ultrapassado
Tô meio Cansado Assim sem crédito para o que você diz E você  o que diz... ???

Mundo, Mundo, Vasto Mundo

Para mim o mundo é igual em toda parte
Quando eu me encontrar dentro de mim
 Partirei para lugares  menos distantes...