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Mostrando postagens de Julho, 2011
Não não é falta de confiança
É medo de julgamento
É
medo de reprovação e se sentir menor

Não há o que discutir
Não sou cura...
Não sou luta

Tô seguindo em frente

Cada vez menos a frustração me encontra...

Eu não tenho medo
Para confiar tem que ser forte.
Eu confio porque não me frustro
Porque não idealizo imbecis que me batem à porta.

Portas cerradas, janelas cerradas
l'amiciziaè finita
Como a vida é finita
breve, efêmera, passageira.


Deem-me passagem, passageiros!

Black Eyes

Ver seus olhos
estar em sua presença
ou lembrar de sua existência me trás

Angústia, tristeza.

Olhar nos seus olhos era mergulhar na nas noites tórridas de verão
Era imaginar que a luz nunca chegaria.

Mirar a sua cara
era mirar a tristeza de sua existência de sua carcaça
sem essência

Longe de mim e com sua presença obliterada
Lembranças de você quase apagadas...
Incorrem em mim a maldita tristeza sua.

Da vida que você me roubou
da vida que deixei você roubar.

Soubrou-me agora
A liberdade, do tempo de ainda ser feliz.

Tantear a infelicidade
Foram os momentos em que toquei você.

Arrastão

Meias perdidas
Gavetas fechadas, cerradas!

Meias,meias
                cheias
meias verdades...

Se perca pelos meios e enleios
Meios caminhos
Meias,meias meias...

Tô meio meio
vazio, esquálido
quadrado.

Desmundos

Nunca fui longe
Sempre perto
Sempre ali na esquina
E sempre volto às pressas

O melhor de ir é poder voltar

Nunca parti porque em qualquer parte seria eu
Qualquer parte do mundo não me deixariria para trás


Tudo tão engessado
Preso

                                                                                     Pior seria partir e não ter para quem voltar
                                                                                               Não ter para onde voltar
                                                                                               Na retilínea vacância da exisência


                                                                                               Partida, dividida, repartida.
                                                                                               Voltas e revoltas e revolições
                                                                                               Todo parte para um fim.

Partidas

Arrume as malas
pegue o primeiro voo,
O destino mais longe
Vá, vá
Vá para viver, não para morrer.

Largue, se agarre às loucuras
Siga-as... viva-as...

Eu vou ficando aqui
Sedimentando a vida
A existência

E o que será que tem além da porteira
da linha do trem
de estrada,
da vida?

Pegue o primeiro trem
Parta.