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À flor da pele
ventos
bicas, tempestades, copos
moinhos de ventos vãos.
A luta é contra
O invisível,
O intangível,
                                  O indizível memorável.


Moinhos de ventos, esses monstros que perseguem os sonhos,
                 que os moem,

                            que os fazem nada,  de nada.

                                                Sopram para longe, bem para dentro de sua terra árida
O escândalo da visa alheia
                                            Que se tornou a sua.

                                                                Vai com o vento, nesse relento
Nesse momento ébrio.

                                 Porque sóbria mesmo é a dor
            Que exala à flor da pele o cheiro acinzentado de uma vida...

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Patifes, por quê não?

Certamente Sou uma das maiores pessoas que você teria a oportunidade de conhecer. Mas a muito poucas eu me permito que isso aconteça. E grandiosidade não lhe diria de finanças, pois nesse caso seriam dois anões ao invés de um só.
Cada vez mais restrinjo evadir o que sou, porque a vida não se divide com gente patife, o que aliás, é o que mais há por ai nesse mundao sem porteira.
Aos estáticos ou ao efêmeros sou o oposto um do outro. Evoluo com o passar do tempo e com as parcas e poucas pessoas que conheço e que permito que me saibam.
Dentro desse conhecimento alheio me misturo com um pouco de piedade: a ignorância causa pena. Alguns pensam que podem mudar o mundo, triste isso. Alguns se acham invencíveis, patético isso. Outros tão grandiosos e não passam de um... Eu sou o que os outros não são, o que os outros não suportam por estarem aquém, por serem demasiado medíocres.
Sou tudo menos o que você acha que sou ou o que eu aparento ser diante de suas fuças.

lluvia

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La pluie

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Deixa  a chuva molhar
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Lavas a dores
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Deixa o amor levar...

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Né?