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Encontros insistentes

A vida é um eterno desencontro
consigo e com o outro
É eterna solidão.
De empatia inexistente.

É solidão e ponto final.

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Patifes, por quê não?

Certamente Sou uma das maiores pessoas que você teria a oportunidade de conhecer. Mas a muito poucas eu me permito que isso aconteça. E grandiosidade não lhe diria de finanças, pois nesse caso seriam dois anões ao invés de um só.
Cada vez mais restrinjo evadir o que sou, porque a vida não se divide com gente patife, o que aliás, é o que mais há por ai nesse mundao sem porteira.
Aos estáticos ou ao efêmeros sou o oposto um do outro. Evoluo com o passar do tempo e com as parcas e poucas pessoas que conheço e que permito que me saibam.
Dentro desse conhecimento alheio me misturo com um pouco de piedade: a ignorância causa pena. Alguns pensam que podem mudar o mundo, triste isso. Alguns se acham invencíveis, patético isso. Outros tão grandiosos e não passam de um... Eu sou o que os outros não são, o que os outros não suportam por estarem aquém, por serem demasiado medíocres.
Sou tudo menos o que você acha que sou ou o que eu aparento ser diante de suas fuças.

lluvia

Pluie nous aide à voir

E sem ajuda não conseguimos ver
Nada!

A chuva ajuda
Inunda...
Toma, chega...

Cíclica como a lua
Imprevisíveis mulheres...

A chuva, a lua e a maré

cabaré
luar
lupanar...

A chuva ajuda
O escuro revela....

vela
revela
desvela...

Inundações pulsões de mortes vãs...






La pluie

Deixa a onda molhar
Seus pés
Deixa a chuva molhar
Molhadinhos é mais gostosinho

Deixa  a chuva molhar
Lavar as mágoas
Lavas a dores
Deixa o amor lavar...
Deixa o amor levar...

Ai ai lúbricos
Líricos  e amantes!
Idílios, idílios ai ai
O amor faz mais!!
Né?