talvez e só talvez, a poesia salve alivie as dores da alma entre tantos espinhos que nos espetam.
23/02/2008
MEgalomaníaco
21/02/2008
ECLIPSE
Eu Também tenho estado nessa condição. Não estou derramado Pois já sublimei. Vago sem forma por aí, louco de luto, porque coisas morrem o tempo todo. Não sou o liquido, não sou o que lhe pode absolver, sorver, enfim eu que sou intragável, intragável eu, o vil, a criatura que se frustra cada vez que escuta um não, eu o nada existencial. você sabe quem é você? Eu não sei quem sou, tenho saudades de mim desde que nasci, ainda não me encontrei, estou numa prisão sem muros. Estou solto á mercê de minha liberdade que me mata, que não me diz o que fazer... Será que eu preciso é de um senhor? Não, acho que não... Não tenho vocações para satélite; não tenho vocação para nada muito menos para dizer amém..
Às vezes num eclipse nos encontramos e debulhamos poucas palavras, mas eu não te conheço, no entanto quase já sei quem é você ,
Se tem dor agora depois que se curar não mais quererá saber de mim:
me tornaria pedante.
Será que há lugar para nós dois?
18/02/2008
Boa Sorte
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Hoje eu morreria sem saudade alguma. A frase não me ameaça; ela apenas constata. Como um objeto esquecido sobre a mesa, sem dono e sem urg...
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Eu tinha oito, talvez nove anos. O chão não era asfalto, era terra — um pó avermelhado que subia e colava na pele, fazendo da infância um o...
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Quem vai me indenizar pelos gritos que engoli a seco? Pelos cortes invisíveis que sangram por dentro e empapuçam meu silêncio de ferrugem...