CLAUSTROMANIA
talvez e só talvez, a poesia salve alivie as dores da alma entre tantos espinhos que nos espetam.
21/08/2011
Mente
simplesmente
Onde se esconde uma mente?
Uma luta mera
contra a corrente
E a vida
É essa megera.
Essa fera
querelas, querelas...
Querê-las?
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
O que ninguem viu
A irmã não batia. Não precisava. Ela dava esmolas de afeto. Ela só parava de olhar. Quando eu errava, o olho dela desviava. Como se eu tive...
Brincadeira de criança
Desde cedo, o gesto de entrar no guarda-roupa não tinha a gramática do jogo. Não havia contagem regressiva, nem a expectativa infantil do s...
Velar a inexistência
Hoje eu morreria sem saudade alguma. A frase não me ameaça; ela apenas constata. Como um objeto esquecido sobre a mesa, sem dono e sem urg...
Nenhum comentário:
Postar um comentário