O spleen me assola , o mal do século que já findou há longa data sobrevive em mim. Me dilacera. Esse monstro que que me quer morto. Eu me quero morto. Duvido da mais "bondosa alma", da mais mal trapilha alma. Porra! Não me aguento de pé. Estou de joelhos esperando ser ceifado pelo pescoço. Um vintém, minha vida não vale nada.
Promessas vãs. Amores dúbios. Amores de telas de cristais líquidos.
talvez e só talvez, a poesia salve alivie as dores da alma entre tantos espinhos que nos espetam.
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