Apesar da feiúra,
Apesar do lodo,
Apesar da solidão
do caminho
Do limo,
dos ectoplasmas...
Pas platitudes infiéis e transversais
Apesar dos pesares havia alí à beira do caminho, oras, flores!!!!
Apesar de tudo há alguma beleza por onde passamos.
Apesar desses monstruosos moinhos de ventos disfarçados de amigos e solitarariantes há beleza
Nem que seja somente e tão-somente nas flores à beira do caminho.
As flores que não cultivamos...
Nunca cultivamos. E tudo morre. Como eu morro todo dia.
talvez e só talvez, a poesia salve alivie as dores da alma entre tantos espinhos que nos espetam.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Hoje eu morreria sem saudade alguma. A frase não me ameaça; ela apenas constata. Como um objeto esquecido sobre a mesa, sem dono e sem urg...
-
Desde cedo, o gesto de entrar no guarda-roupa não tinha a gramática do jogo. Não havia contagem regressiva, nem a expectativa infantil do s...
-
Eu tinha oito, talvez nove anos. O chão não era asfalto, era terra — um pó avermelhado que subia e colava na pele, fazendo da infância um o...

Nenhum comentário:
Postar um comentário